Tem  que comer pra crescer e ficar forte. Quem nunca ouviu essa máxima?

A palavra “alimentar”  se origina do verbo, em latim, alere. Todo o ser vivo precisa de energia para viver. É preciso comer, ingerir alimentos, de preferência naturais para crescer, desenvolver e procriar.  Ao nascer, o ser humano é nutrido pelo mais completo dos alimentos, o leite materno.

Mas e depois?

Em uma época em que existe a oferta de incontáveis produtos ultraprocessados, coloridos, cheirosos, que têm um apelo publicitário atraente a concorrência com alimentos in natura, saborosos que fazem bem ao paladar e à saúde, por vezes é desleal.

Além do contato com o seu primeiro alimento fora do útero materno, o bebê também é apresentado ao médico que irá acompanhá-lo nos seus anos iniciais de vida. Esse profissional também orientará sobre a dieta do pequeno. Melhor ainda se, além de pediatra, ele for um cozinheiro de mão cheia.

Ao longo de sua carreira, o pediatra antroposófico Sergio Spalter, ouviu muitas reclamações de pais com relação à alimentação de seus filhos. O médico decidiu então, escrever o livro Cozinhando com o pediatra – Alimentos saudáveis e saborosos para crianças, que apresenta dicas e receitas de pratos que podem agradar a meninada .

Sinopse

“‘Mãe, tira esse verdinho do meu prato?’ ‘Salada? Eca!’ ‘Pai, não quero comer isso! Quero pizza!’ Se você tem filhos pequenos, deve ouvir frases desse tipo com uma certa frequência, não é mesmo? O que acontece é que, sobretudo após os 2 anos, as crianças ficam mais seletivas para escolher a própria comida, optando sempre pelo que é de fácil digestão: bolos, pães, doces…, mas, calma, você não precisa proibi-los de comer isso. Basta tornar essas receitas saudáveis! Cozinhando com o pediatra oferece justamente isso: uma forma de garantir que os pequenos tenham uma boa alimentação, tanto saudável quanto saborosa. Escrito por Sergio Spalter, um médico – e pai de três filhos – que adora se aventurar na cozinha, o livro traz dicas preciosas a pais e cuidadores, além de receitas deliciosas. Afinal, a hora da refeição não precisa ser um martírio, nem para os pais nem para as crianças”.

Veja algumas receitas no blog “Cozinhando com o dr. Spalter