Reportagem especial conta como as polpas de frutas do Araguaia e produção de óleo de pequi do Povo Kĩsêdjê, no Xingu, são exemplos de valorização da sociobiodiversidade e dos saberes tradicionais da região. Assista também o segundo episódio do minidocumentário “Xingu, histórias dos produtos da floresta”.

Por Marina Yamaoka (texto) e Rogério Assis (fotos)

Cagaita, bacaba, mangaba, pequi, murici, buriti e araçá boi. Essas são apenas algumas das frutas nativas que são parte da rica biodiversidade da região de transição entre o Cerrado e a Amazônia, nas bacias dos rios Xingu e Araguaia. Presentes na alimentação, na cultura e na tradição de agricultores familiares e indígenas, essas espécies também se tornaram uma forma de geração de renda e de conservação e restauração da floresta. Óleos, castanhas, polpas e até artesanatos são produzidos a partir dessas espécies nativas que são valorizadas ao chegarem em mercados locais, regionais e nacionais.

Essas cadeias produtivas incentivam as plantações agroflorestais que ajudam a recuperar o passivo ambiental das áreas degradadas. Em alguns casos, como o de assentamentos rurais e Terras Indígenas, o fortalecimento dos produtos florestais também garante o acesso e a permanência dessas populações em seus territórios.

Aqui você lê a reportagem na íntegra.

Assista o minidocumentário “Xingu, histórias dos produtos da floresta”

O mini-documentário “Xingu, histórias dos produtos da floresta”, apresenta algumas das histórias de cadeias produtivas florestais beneficiadas pelo Fundo Amazônia, por meio do projeto “Sociobiodiversidade Produtiva no Xingu”, desenvolvido pelo ISA e 12 parceiros na Bacia do Xingu, no Mato Grosso e no Pará, entre 2014 e 2016.

 

Fonte: medium.com