Já ouviu expressão “o barato sai caro“? Quem nunca levou algum produto bem barato e depois se arrependeu? Se você teve uma experiência como essa, pelo menos uma dor de cabeça levou de brinde. Pois parece que sempre que se quer economizar querendo ter certa vantagem sobre o que se comprou, alguma coisa não dá muito certo. O baixo valor de algo pode estar sendo compensado por outro lado.

A realidade com  relação aos  alimentos, não é muito diferente. Veja o  diz diretor da Sustainable Food Trust, uma organização no Reino Unido, Patrick Holden, que escreve sobre custos invisíveis da chamada “comida barata”. Segundo o seu artigo, a produção de culturas de larga escala são dependentes pesticidas e fertilizantes e causam muitos impactos, dentro e fora da fazenda. Estes muitas vezes podem ser negativos, tais como a poluição dos rios, a emissão de gases de efeito estufa, a propagação da resistência aos antibióticos, a degradação dos solos, o aumento da obesidade e a propagação de doenças.

Então, o que  e como fazer para alimentar bilhões de seres humanos sem gastar muito e sem causar maiores efeitos no meio ambiente (incluindo as pessoas) ou como monetizar benefícios públicos? Será que dá certo?

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http://www.agriculturesnetwork.org/magazines/global/making-the-case-for-agroecology/the-true-cost-of-food

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